domingo, 5 de abril de 2009

Política canhota da província (ou “esquerda”)


Pessoas covardes intineram nojo
Descem ao porão mais escuro
Suportam-se não sei como
Tão humanas;
Tão normais...

Assassinos pelo igual
Cúmplices passivos
Hereditos e inquisidores
Disfarçados em derredor
Com ares de hienas
Rastejam a cerca dos palácios decadentes
Como Judas, como serpentes.

Muitos dos nossos compañeros
Mesmo que no agrupar
Representem algo
Ajudem,
Peguem carona...
Individualmente lhes falta
Caráter mesmo.
E, lhes sobra arrogância.

Tentam acreditar
Ou fazer acreditar
Que fazem revolução
Com o modelito paz e amor
Em grupinho no bar.

Palavras bonitas são os gemidos das putas!

Burgueses maquiados! rufinos falseados!
Acessórios de um negócio.

Quanto à poesia de todos nós...
Sua simplicidade é verdade.

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