O baile.
Um burguês opressor
(o dono do circo),
Conta o dinheiro no camarim...
Ingênuos idealistas adoram esses deuses coxos,
Que lhes fura a barriga.
Vendem um falso glamour
De uma comunhão inimiga.
Olhos cegos,
Coração disponível.
Mente ansiosa
E, uma mentira na noite;
Como antídoto a mermada vida.
O som está alto!
Já não ouço a minha voz.
O palco ainda mais...
“Estúpidos e contagiosos venha nos entretenha”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário