Buraco negro colorido
Há uma parte nessa vida
Q é morte mal parida
Casual,
Inexata,
Obscura,
Infinita. . .
Paralela a mentira da verdade Arida do final ao começo do ócio da lida q ao nada espalha os ventos de certezas ambíguas de sentidos perdidos no clarão da descida da escada humana da asa partida do excesso do vácuo e de explicativas.
Uma criança caduca
Em letras repetitivas...
Apenas signos...
Sem moral filosófica,
Apenas narrativa,
De um ponto caótico
De final ou partida.
Um diadema simbólico:
---- a santa bandida.
Sendo ou não,
Nada importa.
Escolha um alvo
Ou esqueça de si.
Siga em manadas
Ou só supernova
A boca do olhar
Devora e já
Cansa
Por ser indigesto e tolo
Tudo
Tudo o q se viu
O q resta é o tumulto
De um apocalipse humano
E, um colapso de todos os planos.
Um fim precipitado,
Por uma solidão
De um homem calado
inquilino
De uma porção de matéria encaralhada.
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