Não uso cama nem cueca
Não leio jornais de merda
Até dos “nossos” desconfio
Goteja-me um resto de vida
Uma réstia
Uma fresta de luz
Que se fosse mais quente
Abrasava.
Urubus...
Nuvens do céu de um lugar...
A estória do chão
Um sexo vulgar
O eterno e o etéreo
Na sociopatia dessa cidade
Insana, contaminada.
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