domingo, 5 de abril de 2009

Não uso cama nem cueca
Não leio jornais de merda
Até dos “nossos” desconfio


Goteja-me um resto de vida
Uma réstia
Uma fresta de luz
Que se fosse mais quente
Abrasava.

Urubus...
Nuvens do céu de um lugar...
A estória do chão
Um sexo vulgar

O eterno e o etéreo
Na sociopatia dessa cidade
Insana, contaminada.

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